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3:17 / 245672 viewAdriano Correia de Oliveira - Manuel Alegre
2:49 / 34459 viewAlbum - ADRIANO - Obra Completa GENTE DE AQUI E DE AGORA E OUTRAS CANÇÕES FAIXA 1 - Cantar de Emigração Rosalía de Castro-José Niza/José Niza
3:16 / 41573 viewHomenagem a Adriano Correia de Oliveira no 65º aniversário do seu nascimento
3:56 / 30413 viewMenina dos olhos tristes o que tanto a faz chorar o soldadinho não volta do outro lado do mar Vamos senhor pensativo olhe o cachimbo a apagar o soldadinho não volta do outro lado do mar Senhora de olhos cansados porque a fatiga o tear o soldadinho não volta do outro lado do mar Anda bem triste um amigo uma carta o fez chorar o soldadinho não volta do outro lado do mar A lua que é viajante é que nos pode informar o soldadinho já volta está mesmo quase a chegar Vem numa caixa de pinho do outro lado do mar desta vez o soldadinho nunca mais se faz ao mar
3:46 / 21814 viewTejo que levas as águas compositor Manuel da Fonseca Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. ( Wikipédia ) Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava-a de crimes espantos de roubos, fomes, terrores, lava a cidade de quantos do ódio fingem amores Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro Lava palácios vivendas casebres bairros da lata leva negócios e rendas que a uns farta ea outros mata Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava avenidas de vícios vielas de amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais Afoga empenhos favores vãs glórias, ocas palmas leva o poder dos senhores que compram corpos e almas Leva nas águas as grades ... Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo Tejo que levas nas águas
3:14 / 2139 viewAqui está mais uma bonita música das muitas que cairam no esquecimento no nosso universo musical português, onde se fez e continua a fazer grande música. Música: José Niza Viola: Rui Pato Intérprete: Adriano Correia de Oliveira (in LP "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999; "Obra Completa": CD "Adriano Canta José Niza", Movieplay, 1994, 2007) Esta música interpretada por Adriano Correia de Oliveira "Fala do homem nascido" é baseada no poema do grande poeta António Gedeão, in "Teatro do Mundo", Coimbra, 1958; "Poemas Escolhidos: Antologia Organizada pelo Autor", Lisboa: Edições João Sá da Costa, 1997
6:47 / 36209 viewCanto Livre por Adriano - Homenagem a Adriano Correia de Oliveira - Casa do Povo da Longra - Felgueiras - 5 e 6 de Outubro de 2007
2:16 / 27117 viewTROVA DO AMOR LUSÍADA, com música de Adriano Correia de Oliveira e de António Portugal, letra de Manuel Alegre, e interpretação de Adriano Correia de Oliveira. Para ver se no nosso país ainda «nascem os ventos ea liberdade».
3:16 / 7789 viewDo álbum "Cantigas Portuguesas" (1980). Tradicional dos Açores.
3:13 / 28933 viewFala do Homem Nascido Poema: António Gedeão Música: José Niza Venho da terra assombrada, Do ventre de minha mãe; Não pretendo roubar nada Nem fazer mal a ninguém. Só quero o que me é devido Por me trazerem aqui, Que eu nem sequer fui ouvido No acto de que nasci. Trago boca para comer E olhos para desejar. Tenho pressa de viver, Que a vida é água a correr. Venho do fundo do tempo; Não tenho tempo a perder. Minha barca aparelhada Solta o pano rumo ao norte; Meu desejo é passaporte Para a fronteira fechada. Não há ventos que não prestem Nem marés que não convenham, Nem forças que me molestem, Correntes que me detenham. Quero eu ea Natureza, Que a Natureza sou eu, E as forças da Natureza Nunca ninguém as venceu. Com licença! Com licença! Que a barca se fez ao mar. Não há poder que me vença. Mesmo morto hei-de passar. Com licença! Com licença! Com rumo à estrela polar. (in "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999)
3:1 / 14238 viewÁlbum - ADRIANO - Obra Completa Gente de Aqui e de Agora e Outras Canções Faixa 12 - Roseira Brava António Ferreira Guedes/José Niza
1:34 / 31817 viewVídeo feita para a Semana da Ciência e Tecnologia 2007, com a poesia de António Gedeão cantada por Adriano Correia de Oliveira, com música de José Niza
3:31 / 17946 viewCanção da Beira Baixa Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. Quando eu já for velhinho Quando eu já for velhinho Acabado de morrer Acabado de morrer. Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer. Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer. Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. ( Retirado da Wikipédia )
4:0 / 7263 viewMúsica: Quatro Quadras Soltas, cantada por Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e Fausto, um quarteto que jamais se juntará, momentos únicos.
3:46 / 2769 viewCANÇÃO COM LÁGRIMAS Eu canto para ti um mês de giestas Um mês de morte e crescimento ó meu amigo Como um cristal partindo-se plangente No fundo da memória perturbada Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa E um coração poisado sobre a tua ausência Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês Em que os mortos amados batem à porta do poema Porque tu me disseste quem em dera em Lisboa Quem me dera me Maio depois morreste Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro Eu canto para ti Lisboa à tua espera Teu nome escrito com ternura sobre as águas E o teu retrato em cada rua onde não passas Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio Porque tu me disseste quem em dera em Maio Porque te vi morrer eu canto para ti Lisboa eo sol Lisboa com lágrimas Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve Eu canto para ti Lisboa à tua espera...
4:0 / 22174 viewcravodeabril.blogspot.com Recordar Adriano Correia de Oliveira Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. Texto: Jornal Avante! Música: Tejo que Levas as Águas Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava-a de crimes espantos de roubos, fomes, terrores, lava a cidade de quantos do ódio fingem amores Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro Lava palácios vivendas casebres bairros da lata leva negócios e rendas que a uns farta ea outros mata Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava avenidas de vícios vielas de amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais Afoga empenhos favores vãs glórias, ocas palmas leva o poder dos senhores que compram corpos e almas Leva nas águas as grades ... Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo Tejo que levas nas águas cravodeabril.blogspot.com Cortesia: Movieplay Portuguesa
3:46 / 1470 viewEu canto para ti um mês de giestas Um mês de morte e crescimento ó meu amigo Como um cristal partindo-se plangente No fundo da memória perturbada Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa E um coração poisado sobre a tua ausência Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês Em que os mortos amados batem à porta do poema Porque tu me disseste quem em dera em Lisboa Quem me dera me Maio depois morreste Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro Eu canto para ti Lisboa à tua espera Teu nome escrito com ternura sobre as águas E o teu retrato em cada rua onde não passas Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio Porque tu me disseste quem em dera em Maio Porque te vi morrer eu canto para ti Lisboa eo sol Lisboa com lágrimas Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve Eu canto para ti Lisboa à tua espera...
3:17 / 2306 viewDo álbum "Gente de Aqui e de Agora" (1971). Poema de Manuel Alegre. Música de José Niza; orquestração de José Calvário. E ALEGRE SE FEZ TRISTE Aquela clara madrugada que viu lágrimas correrem no teu rosto e alegre se fez triste como chuva que viesse em pleno Agosto. Ela só viu meus dedos nos teus dedos meu nome no teu nome. E demorados viu nossos olhos juntos nos segredos que em silêncio dissemos separados. A clara madrugada em que parti. Só ela viu teu rosto olhando a estrada por onde um automóvel se afastava. E viu que a pátria estava toda em ti. E ouviu dizer adeus: essa palavra que fez tão triste a clara madrugada.
2:27 / 17252 viewAdriano Canta Manuel da Fonseca - Que Nunca Mais 4. No Vale Escuro Manuel da Fonseca/Adriano Correia de Oliveira. Fausto (arranjos e direcção musical) Fausto (guitarra acústuca, percussão, kazu,coros) Júlio Pereira (guitarra solo, baixo, piano, bandolim, buzuku, cadeira, coros) Zau e Pantera (percussões) José Luis Simões (trombone de varas) Vitorino (acordeão) Carlos Paredes (guitarra portuguesa)
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