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3:41 / 125527 viewwww.portaldofado.net Omaior site sobre Fado dedicado à comunidade fadista na Internet. Fórum, Notícias, Downloads, Radio Fado Online 24h por dia e muito mais!... The best site about FADO on the Internet. News, Online Radio (listen to FADO 24 hours a day), and much more... Visit us at www.portaldofado.net
2:42 / 74563 viewO Melhor de Alfredo Marceneiro Com lídima expressão e voz sentida Hei-de cumprir no Mundo a minha sorte Alfredo Marceneiro toda a vida Para cantar o fado até à morte. Orgulho-me de ser em toda a parte Português e fadista verdadeiro, Eu que me chamo Alfredo, mas Duarte Sou para toda a gente o Marceneiro. Este apelido em mim, que pouco valho, Da minha honestidade é forte indício. Sou Marceneiro, sim, porque trabalho, Marceneiro no fado e no ofício. Ao fado consagrei a vida inteira E há muito, por direito de conquista. Sou fadista, mas à minha maneira, À maneira melhor de ser fadista. E se alguém duvidar crave uma espada Sem dó numa guitarra para crer, A alma da guitarra mutilada Dentro da minha alma há-de gemer.
4:12 / 120561 viewO Melhor de Alfredo Marceneiro
3:37 / 15695 viewFADO
2:18 / 4845 viewExcerpt from "Fados" by Carlos Saura
5:3 / 146696 viewmusica de alfredo marceneiro, amor de mae.
4:16 / 68940 viewEncostado sem brio ao balcão da taberna De nauseabunda cor e tábua carcomida O bêbado pintor a lápis desenhou O retrato fiel duma mulher perdida Era noite invernosa eo vento desabrido Num louco galopar ferozmente rugia, Vergastando os pinhais, pelos campos corria, Como um triste grilheta ao degredo fugido. Num antro pestilento, infame e corrompido, Imagem de bordel, cenário de caverna, Vendia-se veneno à luz duma lanterna À turba que se mata, ingerindo aguardente, Estava um jovem pintor, atrofiando a mente, Encostado sem brio ao balcão da taberna. Rameiras das banais, num doido desafio, Exploravam do artista a sua parca féria, E ele na embriaguez do vinho e da miséria, Cedia às tentações daquele mulherio. Nem mesmo a própria luz nem mesmo o próprio frio, Daquele vazadouro onde se queima a vida, Faziam incutir à corja pervertida, Um sentimento bom damor e compaixão, Plo ébrio que encostava a fronte ao vil balcão, De nauseabunda cor e tábua carcomida. Impudica mulher, perante o vil bulício De copos tilintando e de boçais gracejos, Agarrou-se ao rapaz, cobrindo-o de beijos, Perguntando a sorrir, qual era o seu oficio, Ele a cambalear, fazendo um sacrifício, Lhe diz a profissão em que se iniciou, Ela escutando tal, pedindo-lhe alcançou Que então lhe desenhasse o rosto provocante, E num sujo papel, o rosto da bacante O bêbado pintor com um lápis desenhou. Retocou o perfil e por baixo escreveu, Numa legível letra o seu modesto nome, Que um ébrio esfarrapado, com o rosto cheio <b>...</b>
6:13 / 121238 viewalfredo marceneiro fernando farinha
5:1 / 43071 viewAlfredo Rodrigues Duarte ComIH (25 de Fevereiro de 1891, Lisboa — 26 de Junho de 1982, Lisboa) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal. Vida Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigues Duarte. Era filho de uma família muito humilde. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos. Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções. Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão. Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos. Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a <b>...</b>
4:11 / 6078 viewamaliarodriguesforever.blogspot.com
8:25 / 57719 viewAlfredo Rodrigues Duarte ComIH (25 de Fevereiro de 1891, Lisboa — 26 de Junho de 1982, Lisboa) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal. Vida Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigues Duarte. Era filho de uma família muito humilde. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos. Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções. Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão. Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos. Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a <b>...</b>
6:38 / 36080 viewFado Castiço-Alfredo Marceneiro-" Fado Menor ",n 6.
2:55 / 4494 viewwww.jardim-do-fado.weebly.com
6:38 / 16215 view-Fado Castiço-Alfredo Marceneiro-" A Casa Da Mariquinhas "-Parte 8.
4:9 / 11560 view(Letra: Carlos Conde)
2:49 / 23258 viewData de Nascimento:29-02-1892 Nome Verdadeiro:Alfredo Rodrigues Duarte Data de Falecimento:26-06-1980 País de Origem:Portugal Aos noventa anos, era ainda uma figura conhecida da noite lisboeta. Raramente era visto durante o dia e tinha por hábito percorrer até altas horas da madrugada as típicas casas de fado. Foi um dos expoentes máximos da especialidade de todos os tempos, sem nunca se ter ausentado de Portugal com o objectivo de divulgar a sua música no estrangeiro, e escassas foram também as vezes que saíu de Lisboa. Alfredo Rodrigues Duarte, nome verdadeiro de Alfredo Marceneiro, nasceu no dia 29 de Fevereiro de 1892, mas devido à invulgaridade da data, a mãe registou oficialmente a data do seu nascimento no dia 25 desse mês, a mesma do aniversário do seu pai. Foi com a mãe que aprendeu a cantar quando era ainda muito novo e, com dezassete anos, foi visto pelo público pela primeira vez, quando participou, vestido de mulher, numa peça teatral inspirada no filme mudo "A Morte do Duque de Guise". Vocacionado para a música, Marceneiro gostaria de ter estudado, mas a morte do pai em 1906, quando tinha catorze anos, obrigou-o a aprender um ofício. Antes de se tornar marceneiro, foi aprendiz de encadernador na oficina de Paulino Ferreira, actividade que desempenhou apenas para estar perto do fadista Júlio Janota, que ali trabalhava. Abandonou algum tempo depois o ofício, uma vez que pouco tempo lhe restava para o fado. Tornou-se então marceneiro eo seu primeiro trabalho foi <b>...</b>
3:25 / 5536 viewUma desgarrada, gravada ao vivo, entre Mariana Silva e Alfredo Marceneiro, que é também autor da música; a letra é do consagrado poeta Henrique Rego.
4:32 / 17372 viewAlfredo Rodrigues Duarte ComIH (25 de Fevereiro de 1891, Lisboa — 26 de Junho de 1982, Lisboa) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal. Vida Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigues Duarte. Era filho de uma família muito humilde. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos. Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções. Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão. Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos. Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a <b>...</b>
5:55 / 7689 viewRetirado da Antologia do Fado. Recomendo a compra deste CD.
2:53 / 3821 viewAlfredo Marceneiro Louco