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3:32 / 4029 viewwww.rtp.pt Top 27-12-2008
2:4 / 5480 viewdo poema de Fernando Pessoa Copyright Sony Music Entertainment
3:7 / 11102 viewvideoclip from the CD album "Não sou daqui" by Amélia Muge
4:2 / 2347 viewDo álbum "Múgica" (1992). Letra e música de Teresa Muge.
4:8 / 563 viewRecorde o Encontro "Tão Longe, Tão Perto" com Amélia Muge (voz, braguesa, percussão), Filipe Raposo (piano) e Michales Loukovikas (voz, acordeão), na livraria LeYa na CE Buchholz, dia 9 de Dezembro de 2010. Um momento inesquecível!
5:13 / 1931 viewdo disco "Maio Maduro Maio (José Mário Branco, Amélia Muge e João Afonso cantam Zeca Afonso)", 1995; gravado no teatro municipal de São Luís.
3:41 / 1164 viewAmélia Muge Taco a Taco / Poemas de Bancada
4:34 / 4668 viewDo álbum "Uma Autora, 202 Canções" (2009). Letra e música de Amélia Muge.
5:2 / 744 viewDepoimentos
2:45 / 1283 viewEsp. 15Anos Navegante no CCOC em Sintra,Nov.2008
8:44 / 635 viewVideo clip "Filme Ainda Sem Genérico" de Amélia Muge
4:51 / 3386 viewTertulia Castelense * 29novembro08 * Ana Margarida Pinto * Miguel Amaral na guitarra portuguesa * André Teixeira na viola * Filipe Teixeira no contrabaixo
3:38 / 1005 viewSuivez l'actualité de Maria sur Facebook : www.facebook.com Maria de Medeiros Quem à Janela (Amélia Muge), Teatro Circo de Braga, 28 - 05 - 2011, Maria de Medeiros vocals, Didier Goret Piano, Ricardo Feijão Bass, Edmundo Carneiro percussion.
1:35 / 4766 viewDo álbum "Todos os Dias..." (1994). Letra e música de Amélia Muge.
5:40 / 1490 viewUma belíssima homenagem ao grande José Afonso. Aqui cantada, ao vivo por José Mário Branco, Amélia Muge e João Afonso no CD ao vivo "Maio Maduro Maio", gravado em 13 e 14 de Dezembro de 1994 no teatro municipal de S. Luis. Letra: Vieste de menino de oiro pela mão Acordar a madrugada E fez mais às vezes uma só canção Do que muita panfletada Grandes janelas soubeste abrir Por onde o ar correu sem te pedir Que não se cansem de nascer As fontes onde vais beber Nunca mais te hás-de calar Ó Zeca, para nós Canta sempre sem parar Que é seiva e flor a tua voz Vestiste a capa de caloiro coimbrão Para ultrapassar o fado E, em cada Natal, teu fruto temporão Nunca foi ultrapassado. Na distracção jogas à defesa Com o humor disfarças a tristeza Cantas a esperança eo amor Que o povo te ensinou de cor. Nem tudo o que reluz é oiro, pois então E bem gostaria o facho De te ver calado e manso pela mão Com medalhas no penacho. Com a tua ronha felina e sã Vais-lhe atirando as flechas de amanhã O olho pisco a acender E a garganta a acontecer.
2:28 / 489 viewDo álbum "Múgica" (1992). Poema de João Pedro Grabato Dias. Música de Amélia Muge.
5:19 / 333 viewSomething different, from Portugal, and it's not old, which even makes it more interesting considering nowadays tendencies to take the roots from it's origin and to merge it with some other bs that's not even close to music. Keep an open mind.
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